A cultura no Mónaco nos dias de hoje
Entidades culturais de nível internacional: divulgar a cultura
Ballets de Monte-Carlo
Os Ballets de Monte-Carlo constituem um grupo cujas apresentações são conhecidas em todo o mundo e que se divide em três níveis.
Em primeiro lugar, a Companhia dos Ballets de Monte-Carlo, criada em 1985 por iniciativa de S.A.R. a Princesa Caroline de Hanôver, com o objetivo de dar continuidade à longa tradição da dança no Mónaco e dos seus «Ballets russes». A chegada do coreógrafo Jean-Christophe Maillot, em 1993, impulsionou a compania para o cenário internacional. Atualmente, os 50 bailarinos, em digressão mais de 200 dias por ano, constituem um importante embaixador cultural do Principado.
Desde o ano 2000 que é organizado, além disso, o Monaco Dance Forum, um festival internacional de dança multifacetado. Para além da apresentação de espetáculos assinados por grandes nomes da dança, o Monaco Dance Forum propõe workshops, masterclasses, exposições, colóquios e conferências em torno da disciplina. Criada em 1975 e redefinida em 2009, a Académie Princesse Grace é o terceiro pilar dos Ballets. A sua missão consiste na profissionalização de cada um dos seus alunos, oferecendo um ensino de excelência.
O Mónaco foi também palco de uma pista de dança gigante na Place du Casino, com o evento «F(ê)aites de la danse»! Em cada uma das suas edições, este evento popular e único no seu género agita o Principado durante 24 horas de espetáculos, desfiles, atuações ao ar livre, workshops e intercâmbios com artistas vindos de todo o mundo. Sendo a dança uma disciplina eclética, o «F(ê)aites de la danse» agrada a todos, dando destaque a todos os estilos: tango, dança africana, rock, swing jazz, clássica, valsa ou ainda salsa!
Ópera de Monte-Carlo
A joia do Casino de Monte-Carlo testemunha a rica história do Principado. Grandes nomes da ópera e do teatro têm-se sucedido ali desde a criação da sala Garnier. A excelente acústica da sala, aliada à beleza do local, permite oferecer ao público espetáculos ecléticos, perpetuando a grande tradição lírica e apoiando, ao mesmo tempo, a criação. Desde Prince a Lionel Richie, passando pelo Jazz Festival de Monte-Carlo ou ainda pelo Monte-Carlo Summer Festival, as estrelas internacionais têm um carinho especial por atuar neste palco de cenário mágico.
Orquestra Filarmónica de Monte-Carlo
A Orquestra, fundada em 1856 — então denominada «Orquestra do Novo Círculo dos Estrangeiros» —, ocupa um lugar de destaque no mundo musical internacional.
Puccini, Ravel, Massenet, Fauré… há quase 150 anos que são incontáveis as estreias mundiais realizadas em Monte-Carlo. Eventos excecionais marcam a história da Orquestra Filarmónica de Monte-Carlo, que é também regularmente convidada pelos grandes festivais internacionais. Dos Estados Unidos ao Japão, a OPMC realiza também numerosas digressões no estrangeiro. Um prestígio destinado a continuar sob a liderança de Nathalie Stutzmann, que em breve inscreverá o seu nome na história da instituição ao tornar-se a sua primeira diretora musical.
Théâtre Princesse Grace
A Princesa Grace, no seu desejo de fazer renascer o teatro de comédia no Principado, esteve na origem da restauração do Teatro das Belas-Artes, que, na sua época, acolheu grandes nomes da canção, como Edith Piaf. A Princesa repensou assim por completo a decoração interior, bem como a acústica e as condições de acolhimento dos atores. O Théâtre Princesse Grace é hoje um palco reconhecido e estimado, que contribui para o prestígio cultural do Principado.
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Serge Diaghilev e os Ballets Russes
Nem bailarino nem coreógrafo, Serge Diaghilev colocou a sua paixão transbordante pelo mundo do espetáculo e da dança ao serviço de criações excecionais. Rodeou-se então dos melhores coreógrafos da época e fundou a Companhia dos Ballets Russes em 1907. Dois anos mais tarde, a Companhia atuou internacionalmente pela primeira vez. Visionário, Diaghilev estabeleceu a estrutura de forma permanente no Mónaco, em Paris e em Londres. Mais de 50 espetáculos foram criados durante o período áureo que se estendeu de 1907 até à sua morte, em 1929, alguns dos quais marcaram de forma duradoura a disciplina, como «Petrouchka», «A Consagração da Primavera» ou ainda «Jack in the box». Os espectadores assistem assim a um movimento inédito: artistas provenientes de diferentes disciplinas (dança, poesia, música, pintura…) partilham os seus conhecimentos e competências para tornar cada ballet um momento único com uma estética perfeita. Entre aqueles que contribuíram para o sucesso internacional desta companhia encontram-se: Prokofiev, Debussy, Ravel, Nijinski, Stravinski, mas também pintores de renome como Matisse, Picasso e Braque.
E ainda… Os Petits Chanteurs de Mónaco
Fundada em 1974 no seio do Coro da Catedral do Mónaco e colocada sob o Alto Patrocínio de S.A.S. o Príncipe Alberto II, a instituição dos Petits Chanteurs de Mónaco contribui para o prestígio artístico e cultural do Principado. Os primeiros vestígios de um conjunto vocal infantil remontam ao século XVIII, durante o reinado do Príncipe António I. Para além de assegurarem o serviço musical regular da Cathédrale Notre-Dame-Immaculée de Monaco , os «Petits Chanteurs» realizam regularmente digressões pelos cinco continentes. Desde a sua criação, foram visitados cerca de quarenta países na Europa, na Ásia, na América do Norte e do Sul, bem como em África.
O Grimaldi Forum Monaco, a cultura… da excelência
Reconhecível pelo seu design único em vidro e aço, o Grimaldi Forum Monaco é o centro de congressos e de cultura do Principado. Inaugurado em 2000, tem-se vindo a posicionar, desde então, como um dos principais destinos de turismo de negócios na Europa e um importante centro de projeção cultural. Prova disso é a sua área modular de 75 000 m², conquistada ao mar no coração de um local excecional, que lhe permite acolher, em média, cerca de uma centena de eventos por ano. No total, são cerca de 250 000 visitantes que passam anualmente pelo GFM para congressos, feiras, convenções, mas também exposições, espetáculos e concertos. Graças à extensão marítima Mareterra, o Grimaldi Forum Monaco aumentou, aliás, a sua capacidade de exposição em 50%, com 6 000 m² de espaços adicionais e 2 000 m² de espaços exteriores de frente para o eco-bairro.
A Salle des Princes (1 900 lugares e um palco de 1 000 m², o equivalente à Ópera da Bastilha, em Paris), a Salle Prince Pierre (800 lugares) ou ainda a Salle Camille Blanc permitem todo o tipo de produções. O GFM permite, assim, deixar-se cativar por exposições, algumas das quais já percorreram o mundo, como «Grace Kelly, de Hollywood a Mónaco», «Dalí, uma história da pintura» ou ainda «O ouro dos faraós». E enquanto o verão de 2025 destacou as obras do Centro Pompidou sob a perspetiva engenhosa das «Cores», a exposição de verão de 2026 evocará o idílio que perdura há mais de um século entre o Principado e o mundo automóvel com «Mónaco e o automóvel, de 1893 até aos dias de hoje».
Mas também é possível deixar-se levar pelos espetáculos musicais ecléticos: de Elton John aos Black Eyed Peas, passando pela apresentação de musicais como «Grease», «Mamma Mia» ou «West Side Story».
O Grimaldi Forum é também um cenário natural para as mais belas atrações culturais monegascas que aí atuam em residência ao longo do ano: os Ballets de Monte-Carlo , a Orquestra Filarmónica e a Ópera , o Printemps des Arts de Monte-Carlo ou ainda o Théâtre Princesse Grace.
Instituições locais de primeira ordem: preservar e valorizar a cultura
Erguendo orgulhosamente a bandeira do sonho e do glamour por todo o mundo, o Principado é, acima de tudo, um destino dotado de locais de primeira ordem. O Mónaco dispõe, de facto, de museus e monumentos de uma riqueza e variedade excecionais.
Collection de Voitures de S.A.S. le Prince de Monaco
A Collection de Voitures de S.A.S. le Prince de Monaco , que reúne cerca de uma centena de veículos das maiores marcas internacionais; o Museu Oceanográfico , que zela pelos oceanos há mais de um século graças ao seu saber-fazer mundialmente reconhecido; o Museu de Antropologia Pré-histórica, que permite traçar a história do Principado e das regiões vizinhas, ou ainda o Museu de Selos e Moedas, que alberga peças filatélicas raras e documentos exclusivos.
Novo Museu Nacional do Mónaco (NMNM)
O Nouveau Musée National do Mónaco tem como missão valorizar o património do Principado do Mónaco e divulgar a criação contemporânea através de exposições temporárias no coração de dois locais excecionais: a Villa Paloma e a Villa Sauber. Esta última é uma das últimas vilas da Belle Époque do Mónaco. Dotada de uma rica história desde o início do século XX, a villa acolhe agora exposições temporárias. Tal como a Villa Paloma, construída no mesmo período e apelidada de «la Coquette» pelo seu antigo proprietário devido ao seu encanto. Uma das mais belas residências aristocráticas do Principado goza de uma vista deslumbrante e estende-se por três pisos, com uma área de exposição de cerca de 900 m². Estas duas magníficas vilas não ficam atrás no que diz respeito aos jardins, uma vez que dispõem de espaços exteriores floridos e repousantes, onde é um prazer relaxar após a visita!
Museu de Antropologia Pré-histórica
A poucos passos da Villa Paloma encontra-se o Museu de Antropologia Pré-histórica , fundado pelo Príncipe Alberto I em 1902. O seu objetivo? «Conservar os vestígios das humanidades primitivas exumados do solo do Principado e das regiões vizinhas». As coleções expostas permitem, assim, traçar as principais etapas da evolução da humanidade neste território à beira do Mediterrâneo. Em colaboração com o falecido Professor Emérito Yves Coppens e o Comité Científico Internacional, a equipa do museu, muito ativa, realiza também escavações preventivas, estudos laboratoriais e publica artigos científicos. Regularmente, o «MAP» recebe alunos do ensino básico e secundário para os sensibilizar para esta disciplina que nunca deixa de despertar a curiosidade de todos!
Institut Audiovisuel de Monaco
Criado em 1997, o Institut Audiovisuel de Monaco zela pela memória audiovisual do Principado. Através das suas exposições, o espaço convida regularmente o público a redescobrir um Mónaco por vezes desconhecido, graças a arquivos cinematográficos e fotográficos de grande riqueza. É uma oportunidade para observar a evolução do território, reencontrar locais hoje transformados ou desaparecidos e mergulhar, durante a visita, no quotidiano do Principado de outrora.
Arquivos do Palácio Principesco
Os Arquivos do Palácio Principesco conservam, nomeadamente, um grande número de textos antigos relativos ao património histórico e imaterial do Principado. Desde 1977, o trabalho realizado permite a publicação anual dos «Annales Monégasques», uma revista que retoma a tradição das publicações académicas sob os reinados dos soberanos dos séculos XIX e XX. Com uma missão, confiada por Alberto I a Léon-Honoré Labande, conservador dos Arquivos da época: «Ainda existem algumas lendas na história do Mónaco. Sejam implacáveis com elas. Digam sempre e em todo o lado a verdade, seja ela qual for».
Mediateca Caroline
Com os seus 2 500 m² voltados para Monaco-Ville e o Mediterrâneo, a mediateca Caroline tem como vocação reunir todas as gerações em torno da cultura. Biblioteca, videoteca e fonoteca, secções infantis e ludoteca coexistem neste espaço concebido para a descoberta, a aprendizagem e o lazer. As pessoas vêm aqui para ler, trabalhar, pedir um livro emprestado ou simplesmente aproveitar um ambiente propício à evação. Ao longo do ano, oficinas, encontros e atividades contribuem também para dar vida a este novo espaço cultural aberto a todos.
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A Fundação Francis Bacon – MB Art Foundation
Famoso pelos seus trípticos expostos por todo o mundo, Francis Bacon continua a ser um dos artistas mais valorizados no mercado internacional de arte. Graças à venda de um dos seus quadros em 1946, o pintor britânico mudou-se para o Mónaco. Cativado pelo ambiente, pelo estilo de vida do Principado e pelos benefícios do ar marinho, Bacon inspirou-se na beleza das paisagens mediterrânicas e no requinte do Casino de Monte-Carlo. É aqui que o artista aperfeiçoa as suas obras: «O Mónaco é um local propício às imagens que me surgem já prontas na mente». Um rasto deixado no Principado que não deixou Majid Boustany indiferente. Apaixonado pela obra de Francis Bacon, o empresário e coproprietário do Hôtel Métropole Monte-Carlo decide dedicar-lhe um local único: a Francis Bacon MB Art Foundation abre as suas portas a 28 de outubro de 2014 — dia do aniversário de nascimento do pintor — no coração do Principado.
Instalada numa villa da Belle Époque de 1897, a Fundação pretende ser um espaço intimista num ambiente acolhedor, em sintonia com a visão de Francis Bacon, segundo a qual o artista preferia os espaços pequenos para tornar as suas pinturas ainda mais intensas. Hoje, a fundação criada por Majid Boustany, nomeado Oficial da Ordem das Artes e das Letras, promove a obra do artista dos retratos atormentados, incentiva a criação artística, desenvolve uma política de aquisições e propõe visitas ao longo de todo o ano.
Mónaco através dos programas culturais europeus e internacionais
Para além de acolher cidadãos de 140 países, o Mónaco mantém relações internacionais de grande diversidade. Membro das Nações Unidas desde 1993, o Principado tornou-se membro do Conselho da Europa em 2004. Os soberanos do Mónaco sempre representaram o Estado perante a comunidade internacional e as suas posições ambiciosas fazem ouvir a voz do Principado no concerto das nações confrontadas com desafios fundamentais.
Entre estes: a proteção do património mundial marinho através da investigação científica, uma causa que é cara a S.A.S. o Príncipe Alberto II desde a sua entronização em 2005. Desde 2017, o Mónaco mantém uma parceria com a UNESCO com o objetivo de reforçar a conservação e a compreensão científica dos patrimónios marinhos inscritos na Lista do Património Mundial, uma luta que implica uma troca permanente de informações e uma colaboração estratégica no âmbito das expedições conduzidas pelas Explorations de Monaco.
Além disso, o Dia Europeu do Património é organizado no Principado há mais de 25 anos. Lançado pelo Conselho da Europa, este evento permite aos visitantes aceder a locais excecionais que, em alguns casos, permanecem fechados ao público durante o resto do ano. Organizado pelo Instituto do Património sob a égide da Direção de Assuntos Culturais, este dia permite geralmente aos visitantes descobrir nada menos do que 40 locais distribuídos pelos 2 km² do território monegasco. Três museus e monumentos importantes são os mais procurados: o Museu Oceanográfico , a Collection de Voitures de S.A.S. le Prince de Monaco e a Catedral ocupam, de facto, frequentemente os primeiros lugares. Além disso, alguns locais normalmente fechados ao público e abertos para a ocasião despertam frequentemente a curiosidade, como a Câmara Municipal e o Conseil National, a câmara parlamentar do Estado.
Paralelamente a todas estas iniciativas, o Principado empenha-se em prol da francofonia através da Organização Internacional da Francofonia (OIF), da qual é membro histórico desde 1970. O Governo do Principado apoia, assim, os compromissos da OIF, tais como a aprendizagem da língua francesa, a educação, a preservação do ambiente e a transição energética. Em outubro de 2019, o Principado acolheu a 36.ª Conferência Ministerial da Francofonia, sob o tema «Reconciliar a humanidade e o planeta: perspetivas no espaço francófono à véspera dos 50 anos da OIF».
A filosofia e a arte: duas disciplinas cada vez mais em destaque no Principado
Para além dos programas culturais nacionais e internacionais, há duas disciplinas em particular que vêm ganhando destaque há vários anos no Principado.
A começar pela filosofia, impulsionada pelo sucesso dos Encontros Filosóficos do Mónaco , cuja cofundadora é Charlotte Casiraghi, filha da Princesa Caroline do Mónaco. Os Encontros Filosóficos promovem o desenvolvimento da prática da filosofia no Principado através da organização de conferências e workshops mensais, convidando personalidades eminentes e envolvendo o meio escolar. Com um sonho em mente para Charlotte Casiraghi: que «todo o Mónaco se deixe envolver por este desejo de filosofia e que isso se faça sentir durante uma semana».
Outra área que está a viver um certo dinamismo no Principado: o mercado da arte. As feiras anuais dedicadas à arte contemporânea e ao design, como a art3f e a art-montecarlo , as galerias de arte internacionais que optam por se instalar no Mónaco, o regresso das casas de leilões e a sua imagem associada a um perfil cosmopolita fazem do Principado um destino de referência em muitos aspetos. Nancy Dotta, diretora do escritório monegasco da famosa casa Christie’s, destaca o dinamismo recuperado do mercado de arte no Principado: «O Mónaco é um excelente catalisador do que se passa no mundo e a arte não fica de fora. É um microcosmo propício a uma efervescência cultural e artística que se estende a toda a Côte d’Azur, rica em museus».
O Principado, terra de festivais…
O Mónaco está em festa, de janeiro a dezembro!
A começar por um palco de estrelas conhecido e reconhecido: o Festival Internacional do Circo de Monte-Carlo. Criado por iniciativa do Príncipe Rainier III, atrai os melhores artistas da disciplina e contribui, há várias décadas, para tornar o Principado numa das capitais mundiais das artes circenses. Um espetáculo por direito próprio, onde talentos consagrados e estrelas em ascensão disputam os prestigiados «Clowns d’Or».
Quando os dias de sol começam a aparecer, é a vez do Festival «Printemps des Arts» entrar em cena! Inicialmente de verão e depois de inverno, o festival realiza-se todos os anos na primavera, durante um período de quatro a cinco semanas, em locais tão grandiosos quanto atípicos. O «Printemps des Arts» de Monte-Carlo é, acima de tudo, um grande evento musical que reúne músicos de todo o mundo e contribui, assim, para dinamizar a vida cultural monegasca, revisitando os grandes clássicos da música associados a criações contemporâneas exclusivas.
É um festival com sessenta anos que brilha em grande… desde 1961, estúdios, canais de televisão, plataformas digitais e estrelas reúnem-se todos os meses de junho num local idílico, no âmbito do Festival de Televisão de Monte-Carlo. Destinado tanto à imprensa, aos profissionais da indústria como ao grande público, o evento propõe estreias mundiais, conferências sobre os bastidores das séries e sessões de autógrafos.
O verão em Monte-Carlo é também a oportunidade de aproveitar os mais belos palcos dedicados à música. O Monte-Carlo Summer Festival ocupa os locais míticos do Principado para receber as maiores estrelas internacionais.
O ano termina em grande estilo com o jazz em toda a sua diversidade. Lançado em 2006, o Jazz Festival de Monte-Carlo apresenta tanto músicos lendários como as estrelas em ascensão do género, tudo no cenário deslumbrante da Ópera. Herbie Hancock, Diana Krall, Marcus Miller, Manu Katché, Melody Gardot… os maiores artistas já deslumbraram melómanos e curiosos no coração deste evento, que já se tornou uma tradição e decorre durante duas semanas, entre o final de novembro e o início de dezembro.